Autora de Gachiakuta desmente teoria de fãs e confirma gênero de Tamsy

O design de personagens nos mangás modernos frequentemente desafia normas tradicionais, o que é um prato cheio para os fãs criarem teorias sobre seus favoritos. No entanto, no caso do sucesso Gachiakuta, a autora Kei Urana precisou intervir diretamente para frear uma onda de desinformação sobre um de seus personagens mais excêntricos: Tamsy.

Rumores, Design Andrógino e Prints Falsos

Devido ao estilo visual único de Tamsy (cabelos longos, traços finos e personalidade extravagante), uma parte do fandom começou a especular que o personagem poderia ser uma mulher transgênero.

Até aí, tratava-se apenas de interpretação de fãs (headcanon). O problema escalou quando começaram a circular nas redes sociais capturas de tela editadas (falsas). Essas imagens simulavam respostas privadas da autora validando a teoria, o que espalhou a informação como se fosse oficial.

Diante da confusão e da propagação de fake news, Kei Urana utilizou suas redes sociais oficiais para encerrar o assunto com uma declaração clara:

"Estão dizendo coisas como Tamsy ser transgênero, mas não acho que seja o caso de forma alguma."

Cânone vs. Teoria de Fãs

Com essa intervenção, a mangaka reafirma que Tamsy foi concebido e escrito como um homem cisgênero.

Seguidores mais atentos da obra lembraram que Urana já havia se referido a ele anteriormente em stories do Instagram simplesmente como "um homem" (a man), mas a nova declaração serviu para colocar uma pedra sobre o assunto.

Embora Gachiakuta (serializado na Weekly Shonen Magazine desde 2022) seja celebrado por seu mundo distópico criativo e diversidade estética, a autora deixou claro que as interpretações dos fãs não devem se sobrepor à narrativa oficial, especialmente quando baseadas em informações fabricadas.

O caso serve como alerta sobre a viralização de prints falsos na comunidade de animes e mangás.

Fonte: Kudasai

Vicente Neto

Sou redator de notícias, estudante de Sistemas de Informação na UFC e apaixonado por tecnologia e cultura geek. Desde os 15 anos, quando assisti ao meu primeiro anime (Sword Art Online), mergulhei no universo dos animes, mangás e games. Além de programar, também me aventuro como designer gráfico e editor de vídeos nas horas vagas. facebook instagram x-twitter linkedin

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