A tensão entre a mídia ocidental e a cultura pop japonesa atingiu um novo pico. Recentemente, a gigante britânica BBC lançou uma campanha exigindo a proibição imediata de animes e mangás que contenham representações eróticas de personagens com aparência infantil (o famoso conteúdo "L*li" ou "Shota").
A declaração, que classificou esse tipo de material como "não ético" e uma "emergência moral", questionou por que o Japão permite misturar a infância com contextos sexuais. A resposta dos japoneses, no entanto, não foi um pedido de desculpas, mas um contra-ataque brutal baseado em estatísticas.
A Fúria nos Fóruns Japoneses
A matéria da BBC caiu como uma bomba nos fóruns japoneses, especialmente no Yaraon, conhecido por suas discussões acaloradas. Os usuários rapidamente apontaram o que chamam de "hipocrisia ocidental".
O principal argumento de defesa dos japoneses foi comparar a realidade com a ficção. Eles citaram dados que mostram que o Japão possui uma das taxas de abuso infantil mais baixas do mundo (aproximadamente 1 a cada 100.000 habitantes), enquanto o Reino Unido reporta números significativamente maiores — segundo os internautas, até 30 vezes mais altos.
A Teoria da Válvula de Escape
Além dos números de criminalidade, a defesa japonesa trouxe à tona a "Teoria da Válvula de Escape". Citando estudos acadêmicos (como os da Universidade de Nagoya), o argumento é que o acesso à ficção erótica funciona como uma catarse segura, diminuindo a incidência de crimes reais.
Os comentários foram ácidos, lembrando escândalos ocidentais (como o caso Epstein) e questionando com que autoridade moral o Reino Unido pode julgar a ficção nipônica enquanto luta contra problemas reais em seu próprio quintal.
Fonte: Mirukaru / Yaraon / Kudasai


toma na sua cara vou contar para seus pais e eles não vão te respeitar
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