Você consegue imaginar abrir as redes sociais da agência espacial mais importante do planeta e dar de cara com o anime da sua infância? Pois isso acaba de acontecer. A NASA decidiu ativar o modo otaku e entregou um tributo espetacular à franquia clássica Sailor Moon.
Todo esse movimento gira em torno da aguardadíssima missão Artemis II. Em vez de publicar apenas gráficos corporativos ou fotos super técnicas de satélites, os encarregados pelas redes sociais da agência incluíram o icônico gato branco da obra mágica em seus materiais de promoção. Eles literalmente colocaram o felino para supervisionar a próxima grande viagem da humanidade à lua.
Crossover Épico entre Ciência e Cultura Pop
A conexão feita pela equipe de marketing da NASA é simplesmente brilhante. O programa que levará esta nova geração de astronautas a dar uma volta na órbita lunar se chama exatamente "Artemis", o mesmo nome do gato conselheiro falante que guia as guerreiras mágicas no anime.
O alvoroço começou quando as contas oficiais publicaram ilustrações mesclando a imponente nave espacial Orion com este queridíssimo personagem nascido da caneta da mangaká Naoko Takeuchi. A internet colapsou quase instantaneamente. Muitas pessoas pensaram que se tratava de um meme ou de uma montagem feita por fãs, mas os diretores confirmaram que a referência foi cem por cento intencional. O objetivo era misturar a seriedade da exploração espacial com a magia da cultura pop japonesa.
O Impacto na Comunidade
Ver uma instituição governamental norte-americana abraçar dessa forma a indústria dos animes é algo surreal. Para todos os fãs que cresceram assistindo Usagi Tsukino tentar salvar a Terra dos vilões, este é um sonho realizado.
Esse tipo de atitude faz com que as missões lunares se conectem muito mais rápido com o público jovem. O lançamento oficial da tripulação está programado para o final deste mesmo ano. A comunidade otaku já está em festa e cruzando os dedos, na esperança de descobrir se os engenheiros esconderam mais referências ao Milênio de Prata nos trajes espaciais ou dentro do próprio foguete.
Fonte: NASA

