A Primeira Ministra do Japão, Sanae Takaichi, não escondeu o jogo: o anime é peça-chave na diplomacia e no crescimento econômico do país. Em reunião de dezembro de 2025 com lendas como o diretor Mamoru Oshii (Ghost in the Shell) e o produtor Tetsuya Komuro, ela declarou que "a força do conteúdo japonês, especialmente o anime, melhora nosso poder diplomático". A declaração reforça o anime como "soft power" global, alinhado à iniciativa "Cool Japan".
O anime como estratégia de estado
Takaichi, empossada em outubro de 2025, incluiu a indústria de conteúdos nas "17 áreas estratégicas" para o desenvolvimento nacional. Com o mercado batendo recorde de US$ 25 bilhões em 2024 (segundo a Associação Japonesa de Animações - AJA), sendo 56% das receitas de exportações via streaming, o foco faz sentido. A PM prometeu apoios para distribuição internacional, impulsionando sucessos como One Piece e Jujutsu Kaisen.
Isso não é novidade: o "Cool Japan" já usa anime para promover turismo, cultura e relações externas. Mas elevar a um nível diplomático oficial mostra como o setor saiu do nicho para virar arma econômica.
Fãs veem como vitória para a indústria, mas questionam: mais qualidade ou só foco em lucro?
Impacto para o futuro
Com o Japão mirando expansão global, espere ver mais investimentos em produções que conquistem mercados como EUA e Brasil. Isso pode impulsionar colaborações internacionais e elevar o anime a patamar ainda maior.
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Fonte: Kudasai

